Estado comparticipa famílias ricas

O Estado, através da Segurança Social, está a comparticipar a educação de crianças oriundas de famílias ricas. No total, gasta, por ano, mais de 200 milhões de euros em creches de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). A comparticipação dada a estas instituições, por cada criança que recebem, tem um valor mensal fixo e não tem em conta o nível económico e social da família.

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Estado gasta mais de 200 M€ em creches das IPSS

O Estado gasta, por ano, mais de 200 milhões de euros em creches de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). A comparticipação dada a estas instituições, por cada criança que recebem, tem um valor mensal fixo e não tem em conta o nível económico e social da família.

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Medidas de incentivo à natalidade

A Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particular (ACPEEP) defende também apoios para a compra do leite e a gratuitidade das consultas de pediatria.

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Creches privadas e a oferta da rede social

Estabelecimentos particulares podem ser mais caros do que as creches sociais mas ganham no horário alargado e na oferta curricular e extracurricular mais diversificada. Vantagens que fazem das creches privadas uma boa alternativa quando não há vagas na rede social.

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Horário alargado das creches

O Governo decidiu criar um suplemento de € 486,60 para as creches das IPSS que justifiquem a necessidade de ter um horário de funcionamento superior a 11 horas. É um novo subsídio que acresce à comparticipação financeira do Estado por criança, que este ano aumentou de €245,16 para €250,33 / mês. Este novo suplemento associado ao aumento do subsídio mensal por criança vem acentuar ainda mais a discriminação negativa que recai sobre uma grande parte da população, que, por motivos vários, os seus filhos não frequentam as creches das IPSS.

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Apoio não diferenciado às famílias

A ACPEEP divulgou hoje aos media um comunicado que visa sensibilizar para o apoio não diferenciado que o Estado atribui às crianças que frequentam Creches e Jardins de Infância de alguns estabelecimentos (dos 6 meses ao 6 anos), independentemente da sua condição económica ou social.

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